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domingo, 4 de março de 2012

Boa alimentação e atividades físicas...

Boa alimentação e atividade física reduzem a incidência de doenças graves.

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       A combinação de boa alimentação com atividade física constante é capaz de prevenir, em grande número, cânceres relacionados, sobretudo, ao sistema digestivo. Sessenta por cento dos casos de tumores de boca, faringe, laringe e esôfago e 52% dos casos em que a doença atinge o endométrio podem, assim, ser evitados. Os dados, específicos para o país, fazem parte do relatório Políticas e ações para a prevenção do câncer no Brasil: alimentação, nutrição e atividade física, lançado em fevereiro, pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), em parceria com o Fundo Mundial de Pesquisa contra o Câncer (WCRF). Reportagem de Ludymilla Sá, no Correio Braziliense.
        A publicação também informa que 41% dos tumores de estômago, 34% dos de pâncreas, 37% dos de intestino grosso (colorretais) e 19% de todos os outros tipos da doença poderiam ser evitados por meio de alimentação adequada, nutrição, exercícios físicos regulares e gordura corporal adequada. O sedentarismo e o consumo de alimentos processados e ricos em sal, gorduras e açúcares têm contribuído para o aumento de peso, incidência de obesidade e o desenvolvimento de doenças crônicas, até mesmo em crianças e adolescentes.
        Por isso, o relatório chama a atenção para medidas simples, como consumir água potável e cuidados com a higiene e conservação dos alimentos. Ela também recomenda investimentos em educação alimentar desde a infância e a divulgação de práticas saudáveis, inclusive na escola, e pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
        Mas todas as recomendações definidas para prevenção do câncer terão maior eficácia quando associadas àquelas que previnem a obesidade e outras doenças crônicas, segundo afirma a oncologista clínica e presidente da Sociedade Mineira de Cancerologia, Ana Alice Vieira Barbosa. “Sobretudo no caso de mulheres, a associação de alimentação saudável com a prática de exercícios físicos regularmente são importantes para a prevenção do câncer de mama porque há uma relação hormonal. O tecido adiposo é responsável por parte da produção de estrógeno e a quantidade anormal de gordura no organismo atrapalha a produção desse hormônio.”
        Entre as mulheres, a redução de altos percentuais de gordura corporal também diminuiria significativamente o risco de câncer de esôfago, pâncreas, vesícula, reto, endométrio e rim. A estatística é especialmente importante diante do quadro vivido atualmente — não somente no Brasil. Em 2009, cerca de 11 milhões de pessoas em todo o mundo foram diagnosticadas com algum tipo da doença, que responde por, aproximadamente, 8 milhões de mortes todos os anos.
        Segundo a médica, é preciso cuidado para não atribuir aos alimentos, sozinhos, um poder demasiado. Ana Alice recomenda que, para que eles possam realmente ajudar, é necessária uma combinação: “Uma dieta colorida, com verduras e legumes, de duas a três porções diárias, intercalando com frutas. E evitar a ingestão de defumados, como churrasco e bacon. A carne vermelha não é proibida, mas é bom variar com a branca e com peixe.”
        A oncologista faz um alerta claro: “A alimentação não faz milagre, muito menos combate o câncer. É uma questão de prevenção. Há pessoas que podem comer frutas e verduras, fazer exercícios físicos de forma regular e, mesmo assim, desenvolver a doença. Há vários fatores que influenciam, como a hereditariedade.

Fonte: http://www.correiobraziliense.com.br  

sábado, 3 de março de 2012

Estudo sobre chocolate.

Estudo mostra que chocolate pode ser bom para o coração.


orkut e hi5, Oiii, chocolate, oi tudo bem?, nozes, cumprimento

        Comer chocolate não é apenas gostoso, como também pode trazer benefícios para a saúde do coração, tais como reduzir levemente a pressão arterial, mostrou um estudo envolvendo mais de mil pessoas.
        O estudo, que combinou resultados de 42 estudos menores e foi publicado no Jornal Americano de Nutrição Clínica, descobriu ainda que os participantes tiveram pequenas melhoras no funcionamento dos vasos sanguíneos e queda nos níveis de insulina.
        Uma série de estudos passados mostrou que os amantes de chocolate parecem ter taxas menores de certos riscos cardíacos, tais como pressão alta.
        "Minha mensagem para levar para casa seria de que se as pessoas gostam de chocolate amargo, então comer um pouco no lugar de outros alimentos gostosos é bom e pode ser benéfico", disse a líder do estudo Lee Hooper, na Norwich Medical School, na Grã-Bretanha.
        "Entretanto, as evidências ainda não são boas o suficiente para sugerir que nós todos deveríamos estar fazendo isso."
        Ela alertou que os estudos envolvidos não eram nem amplos nem longos o suficiente para mostrar se comer chocolate tem qualquer efeito no risco de a pessoa ter um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.
        Em contraste com estudos passados, que eram amplamente de observação e não podiam provar causa e efeito -de que o próprio chocolate causava as mudanças- o estudo atual se concentrou em experimentos clínicos, onde os pesquisadores designaram pessoas para comer chocolate ou não e depois observaram mudanças na pressão arterial, colesterol e outros fatores de risco cardíacos.
        Hooper e sua equipe coletaram dados de 42 experimentos clínicos pequenos envolvendo cerca de 1.300 pessoas e descobriu que aqueles que comeram chocolate reduziram alguns pontos de sua pressão arterial, além de terem diminuído o nível de insulina e outros benefícios.
        Embora não esteja claro por que o chocolate teve esse efeito, acredita-se ser devido a componentes como os flavonoides, que também estão presentes em alimentos como nozes, soja, chá e vinho.
        Mas os pesquisadores reconheceram falhas no estudo, incluindo diferenças nas pessoas envolvidas nos experimentos, alguns saudáveis, alguns com problemas cardíacos crônicos, e nas diferentes maneiras de testar os efeitos do chocolate.
        Alguns estudos usaram bebidas à base de cacau, alguns utilizarem chocolate sólido e outros usaram suplementos de cacau. Eles também variaram no tempo em que as pessoas eram "tratadas", embora a maioria tenha durado menos de seis semanas.
        A grande dúvida pode ser se quaisquer benefícios valem o lado negativo do chocolate. Com base nos estudos utilizados, escreveu a equipe de Hooper, você pode ter que consumir várias centenas de calorias de chocolate para ver os efeitos sobre a insulina e o funcionamento das veias, e isso pode ser um problema para a sua cintura.
        "De uma perspectiva prática, é prematuro aconselhar as pessoas a consumir chocolate ou cacau para reduzir o risco de doença cardiovascular", afirmou Alice Lichtenstein, diretora do laboratório de nutrição cardiovascular da Tufts University, em Boston, que não fez parte do estudo.
        Por enquanto, acrescentou ela, se você gosta de um pouco de chocolate na sua vida, provavelmente pode continuar comendo. Apenas não crie expectativas de ajudar seu coração.

(Reportagem de Amy Norton).

sexta-feira, 2 de março de 2012

Bisfenol...

Bisfenol A  CUIDADO...

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Bisfenol A do plástico pode aumentar chances de doenças cardíacas

Produto pode atuar associado a outros fatores de risco, como o tabagismo.

        Produto químico usado para fazer plásticos, o bisfenol A (BPA) foi tema de inúmeros debates sobre a sua influência no desenvolvimento de crianças a ele expostas. Agora, um estudo publicado no periódico Circulation sugere que a exposição ao produto também pode aumentar o risco de doenças cardíacas em longo prazo.
       A relação entre o BPA e problemas cardíacos foi pesquisada durante 10 anos por um grupo da University of Cambridge, no Reino Unido. Os pesquisadores compararam os níveis de bisfenol em 758 pessoas inicialmente saudáveis, mas que desenvolveram doenças cardíacas ao longo da análise, e 861 pessoas que não desenvolveram qualquer problema do gênero. Todos tinham entre 40 e 74 anos quando foi feito o levantamento.
       Os indivíduos que desenvolveram doença arterial coronariana apresentaram níveis mais elevados do produto na urina no início do estudo do que aqueles que não tiveram a doença. Os pesquisadores desconfiam ainda que o produto possa atuar junto a fatores de risco como o tabagismo, a pressão alta e o colesterol elevado. A exposição ao BPA costuma acontecer inicialmente pelo contato com pacotes de comidas e bebidas, mas também ocorre pela ingestão de água e até pela inalação do pó doméstico.

Proteja seu bebê contra o bisfenol e outras substâncias tóxicas:

       No ano passado, a Anvisa deixou os pais em estado de pânico ao anunciar a proibição do uso da substância bisfenol A, considerada tóxica, na fabricação de mamadeiras e outros utensílios de plástico. Especialistas alertam, entretanto, que ainda há inúmeras outras substâncias que temos contato diariamente e que são prejudiciais à saúde, principalmente, das crianças. Mas não é preciso privar o seu filho do contato com o mundo.
       O segredo é ter cuidado com o excesso de alguns elementos específicos, que podem causar desde alergias até complicações no crescimento dos pequenos. "Muitas vezes, uma substância sozinha pode não fazer nada, só que associada a outras pode produzir um efeito negativo", alerta a endocrinologista Elaine Costa, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Descubra quais são essas substâncias.
Poeira e sujeira em casa:
       A preocupação com a casa limpa deve ser redobrada quando há crianças por perto. "A exposição precoce à poeira pode deixar o pequeno muito sensível desde os seus primeiros dias de vida", explica a neonatologista Clery Gallaci, do Hospital e Maternidade Santa Joana. "Isso pode colaborar para o desenvolvimento de alergias quando ele estiver mais velho", conta. A inalação de substâncias presentes no pó acumulado na casa pode ainda desencadear infecções no sistema respiratório.
Mamadeiras:
       Estudos indicam que o bisfenol A - presente em plásticos duros, como o da mamadeira - pode prejudicar o metabolismo, as funções neurológicas e a capacidade de reprodução. De acordo com o pediatra Luciano Borges, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da Sociedade Brasileira de Pediatria, a medida da ANVISA de proibir esse componente é uma ótima oportunidade de livrar-se de vez das mamadeiras em casa. "O ideal é usar um copo de vidro específico, que permite ao bebê fazer o mesmo movimento que realiza quando mama no peito da mãe, ao contrário da mamadeira", assegura o profissional.
Tintas da reforma:
       Crianças devem ficar longe quando a casa estiver em reforma ou sendo pintada. "As tintas podem causar dores de cabeça e são tóxicas para os pulmões e a pele se forem inaladas", alerta o pediatra Luciano Borges. Existe ainda o risco - apesar de raro - de a criança ingerir uma quantidade muito grande de tinta, principalmente quando a pintura começa a descascar da parede. "Nesses casos, o ideal é fazer uma lavagem gástrica no pronto socorro", diz o profissional.
Fumo passivo:
       Pais fumantes têm grandes chances de prejudicar o crescimento saudável de seus filhos. Um estudo com mais de 55 mil crianças, publicado na Revista Pediatrics, indicou que fumar passivamente em casa aumenta 50% as chances de desenvolver problemas de comportamento e aprendizagem. Outra pesquisa, realizada pelo Massachusetts General Hospital, nos Estados Unidos, mostrou que crianças expostas à fumaça têm maiores índices de doenças respiratórias causadas pelo fumo passivo, e essas doenças são a causa de um terço das faltas na escola.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Hipertensão...

Hipertensão Infantil.

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           Você sabia que criança também tem hipertensão? Pois é, tem sim, e para conhecer melhor como se detecta, quais as causas e consequências da hipertensão infantil visite o site http://www.sbh.org.br Neste site você encontrará para além da informação sobre hipertensão infantil, muitas outras dicas relativas a saúde do bebé.
10 coisas que você precisa saber sobre a hipertensão.
1. A hipertensão arterial pode ser de dois tipos: hipertensão secundária – quando é causada por outra doença, como um problema renal; e hipertensão essencial, a qual não tem causa definida. Ambas as formas da doença podem acometer idosos, adultos, jovens e crianças.
 2. Todos devem ter a sua pressão aferida regularmente, inclusive as crianças, durante as consultas ao pediatra.
3. Enquanto no adulto saudável, a pressão ótima é abaixo de 120/80mmHg (12 por 8), na faixa etária até os 18 anos esse dado não é arbitrário. Os níveis que configuram a hipertensão são avaliados pelo médico levando-se em conta idade, sexo e estatura.
 4. Entre as crianças e adolescentes, a hipertensão essencial está geralmente associada ao estilo de vida – sedentarismo e má-alimentação, principalmente o sobrepeso e a obesidade.
5. A hipertensão essencial raramente apresenta sintomas, só podendo ser diagnosticada por meio da medida da pressão.
6. O estilo de vida das crianças e adolescentes geralmente está associado aos hábitos dos pais. É importante que estes dêem o exemplo desde cedo.
 7. Em grande parte dos casos, a hipertensão do adulto começa na infância. Nessa fase, mesmo a forma leve da doença é capaz de provocar alterações danosas ao organismo, como o aumento do coração e seu mau funcionamento, problemas nos rins e alterações nos vasos sangüíneos dos olhos. As alterações podem trazer complicações graves na idade adulta.
 8. Os cuidados começam na gestação. Pesquisas relacionam a nutrição da gestante, o desenvolvimento fetal e a dieta do lactente com o surgimento de doenças cardiovasculares e renais no futuro.
9. O leite materno é considerado a dieta ideal para o lactente até seis meses de idade. O aleitamento artificial pode produzir ganho de peso excessivo e contribuir para o surgimento de obesidade infantil.
 10. Na maioria dos casos, é possível tratar a hipertensão essencial em crianças e adolescentes sem medicamentos. O tratamento é feito com alterações na dieta – que deverá incluir frutas, verduras e pouco sal, e com um programa adequado de actividade fisica.

Fonte de Informação: Sociedade Brasileira de Hipertensão.
Posts relacionados no Blog da Criança::
Fonte: http://www.blogdacrianca.com/hipertensao-infantil/#ixzz1nmOYpNOl.

Bolo de chocolate.

 

          Um bolo de chocolate doce na medida certa, fofinho e que agrada até aos lactovegetarianos (aqueles que não consomem carne ou ovos). Parece mentira, né? Pois acredite: ele existe e é facílimo de preparar.
Ingredientes:
- 100 g de chocolate meio amargo.
- 1/2 xícara de manteiga.
- 3/4 de xícara de açúcar.
- 1 xícara de leite.
- 2 xícaras de farinha de trigo.
- 2 colheres de chá de fermento.
- 1 pitada de sal.

Modo de fazer:
- Quebre o chocolate em pedaços e, junto com a manteiga, leve em um recipiente ao microondas por um minuto (quem não tem microondas pode levar ao fogo baixinho, mexendo sempre).
- Misture tudo até virar um creme brilhante e homogêneo e acrescente o açúcar, misturando com um fouet (batedor) até dissolvê-lo.
- Junte em seguida o leite e a farinha, alternadamente, e por último o sal e fermento.
- Despeje em uma forma untada e polvilhada com chocolate em pó e leve para assar em forno pré-aquecido a 180° até passar no teste do palito (enfie o palito no bolo, se ele sair limpo, está no ponto). (rende um bolo pequeno)
- Se preferir, cubra com ganache de chocolate ou a cobertura de sua preferência.

Cobertura de chocolate.

Ingredientes:
- 1 caixa de creme de leite
- 100g de chocolate meio amargo
- 1 colher de manteiga


Modo de fazer:
- Derreta o chocolate no microondas, misture ao creme de leite e à manteiga e leve ao fogo até engrossar, mexendo sempre. Cubra o bolo imediatamente.

Por Juliana Stelli, do Pitadinha.

Obesidade.

O que é Obesidade?

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          Para a maioria das pessoas o termo "obesidade" significa estar muito acima do peso. Profissionais da saúde definem "acima do peso", ou sobrepeso, como o excesso de peso corporal que inclui músculos, ossos, gordura e água. Obesidade especificamente refere-se ao excesso de quantidade de gordura corporal. Algumas pessoas, como fisiculturistas e outros atletas com muitos músculos, podem estar com sobrepeso sem serem obesos.

Causas da obesidade:

          Ela é uma doença crônica com várias causas: problemas genéticos, metabólicos, comportamentais e culturais, que contribuem de diferentes formas para o aparecimento desse distúrbio alimentar. Porém qualquer que seja a forma, a obesidade tem como fator determinante a ingestão de quantidade de alimento maior do que aquela que o organismo pode metabolizar e utilizar, levando a um acúmulo desse excesso na forma de gordura de reserva corporal.

Como se avalia a obesidade?

          Nem todas as pessoas com peso acima do chamado "peso ideal" apresentam o mesmo tipo de problema, por isso é preciso estudar cada caso individualmente. Um dos métodos mais utilizados no meio científico para avaliar a obesidade é o chamado Índice de Massa Corpórea (IMC), que é calculado através do peso (em quilos) dividido pela altura multiplicado pela altura (em metros).

Consequências da obesidade:

        O índice de doença associada à obesidade é proporcional ao aumento do IMC, isto é, quanto maior o IMC, mais chances e mais graves são as doenças associadas à obesidade, por isso, quando o IMC é maior que 40 temos a chamada "Obesidade Mórbida".
        Os indivíduos com "Obesidade Mórbida" tem mais chance de desenvolver doenças como diabetes melitus tipo 2, hipertensão arterial, infarto do miocárdio, elevação do colesterol e triglicérides, problemas respiratórios, pedra na vesícula biliar, problemas nas articulações por causa da perda de peso, trombose nas pernas e embolia nos pulmão, irregularidade menstrual e dificuldade de engravidar e até mais risco de alguns tipos de câncer.

Como se trata:

       O tratamento da obesidade envolve necessariamente a reeducação alimentar, o aumento da atividade física e, eventualmente, o uso de algumas medicações auxiliares. Dependendo da situação de cada paciente, pode estar indicado o tratamento comportamental envolvendo o psiquiatra. Nos casos de obesidade secundária a outras doenças, o tratamento deve inicialmente ser dirigido para a causa do distúrbio.

Como se previne?

       Uma dieta saudável deve ser sempre incentivada já na infância, evitando-se que crianças apresentem peso acima do normal. A dieta deve estar incluída em princípios gerais de vida saudável, na qual se incluem a atividade física, o lazer, os relacionamentos afetivos adequados e uma estrutura familiar organizada. No paciente que apresentava obesidade e obteve sucesso na perda de peso, o tratamento de manutenção deve incluir a permanência da atividade física e de uma alimentação saudável a longo prazo. Esses aspectos somente serão alcançados se estiverem acompanhados de uma mudança geral no estilo de vida do paciente.



Confira tabela de calorias dos proncipais alimentos: http://noticias.uol.com.br/saude/tabela.jhtm

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Premiação: LER E PENSAR.

Premiação: LER E PENSAR.



Educador português José Pacheco, da Escola da Ponte.


         No dia 26 de outubro de 2011, o nosso projeto Alimentação e saúde, ficou entre os três  colocados no Projeto Ler e Pensar da  Gazeta do Povo.